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Quarta, 23 de Maio de 2018
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A coordenadora Dalva participou do XIV Seminário em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho
09/05/2018 09h54

No dia 03 de maio, a coordenadora Dalva de Oliveira Franco, participou no auditório da FIEG do XIV Seminário em Memória às Vitimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, organizado pelo Fórum de Saúde e Segurança no Trabalho do Estado de Goiás com apoio do Tribunal Regional do Trabalho em Goiás (TRT), Instituto Goiano do Trabalho (IGT), Ministério Público do Trabalho (MPT), e FIEG/SESI.

Com objetivo de promover reflexão sobre a Segurança e Saúde no Trabalho, que convocou instituições e empresas para efetivar o ABRIL VERDE, que mundialmente é acordado em 28 de abril. Foi proferida duas palestras, do qual uma foi sobre Atuação do Ministério do Trabalho nos casos de acidentes com morte, Dr. Guido M. Fleming, auditor do trabalho, e a outra foi com a Dra Carla Maria Santos Carneiro, advogada e escritora, com o tema Trabalho e medo, estratégias defensivas e riscos. Logo após aconteceu a noite autógrafo do livro Relações Sustentáveis de Trabalho, onde a própria Dra Carla, é uma das escritoras.

Segundo relatos do seminário do ano passado, as perdas gerais à economia com acidentes de trabalho foram equivalentes a cerca de R$ 264 bilhões. Os números “alarmantes” não representando a real dimensão do problema. Acrescenta que as notificações não vem caindo. 

Notificação por Setores

As notificações de acidente de trabalho foram mais frequentes no ramo hospitalar e de atenção à saúde, público e privado, onde foram registradas 10% das CATs. Na seqeuência aparecem o comércio varejista (3,5%); a administração pública (2,6%); Correios (2,5%) e a construção (2,4%), seguido pelo transporte rodoviário de cargas (2,4%). Entre os profissionais mais vitimados estão os que trabalham em linhas de produção; os técnicos de enfermagem; faxineiros; serventes de obras e motoristas de caminhões. Quem trabalha em contato com máquinas e equipamentos tem mais chances de se acidentar e de sofrer ferimentos mais graves.

O objetivo do MPT e da OIT ao divulgar os dados não é expor os empregadores, mas sim estimular as discussões sobre como reduzir os riscos de acidentes do trabalho. “Os acidentes de trabalho envolvem um problema de saúde pública, econômico e previdenciário; em um momento em que se discute a necessidade de reformar alterar as regras da Previdência Social. Há perdas de vidas, perdas para as famílias, para a economia e um aumento do número de ações na Justiça”, ponderou. Ele lembrou que, mundialmente, discute-se os ganhos de produtividade resultantes da redução do número de acidentes e de afastamentos.

É importante que as empresas, os trabalhadores e o próprio governo se conscientizem. Que as políticas públicas sejam direcionadas para garantir que os trabalhadores possam voltar para casa “vivos e saudáveis”, criticando a “cultura” de que o trabalhador acidentado deixa de ser responsabilidade dos empregadores para se tornar um problema da Previdência Social.

Explicando que o MPT e a Advocacia-Geral da União (AGU) tem buscado, na Justiça, responsabilizar as empresas pelo pagamento de pensões e benefícios previdenciários. 

O Sesmt Público da AGR e a CIPA, convida para reflexão de como manter atitudes prevencionistas para evitar doenças ocupacionais e acidentes do trabalho.

SESMT/CIPA

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